Meu propósito de vida é perserverar e confiar em Deus afim de conseguir ser eficiente e eficaz em tudo o que eu faço. Sempre fazendo-o de maneira honesta, com sinceridade e companherismo, sendo claramente um homem de fé e com este exemplo vencer todas as dificuldades existentes, tornando-me um exemplo de perseverança e fé, para não só obter reconhecimento pessoal levar as pessoas para mais próximo de Deus.
Seguindo em frente, sempre.
Pensamento
5 de set. de 2010
Construindo a descontrução
Diante das constantes ofensas que venho recebendo da minha ex-esposa, senti uma grande angustia em ter de manter contato com ela, mas aceitei a proposta, porque o mais importante para mim era resolver o problema, mas não me surpeendi ao saber que ela não aceitou e que só iria se fosse determinado judicialmente.
Infelizmente, acompanhamento com psicólogos e terapeutas não costumam ser eficientes quando determinados pela justiça, já que o requisito básico para uma mudança é a vontade de mudar, se vou a um profisisonal destes forçado por alguém, não tenho o desejo de mudar, portanto, vou tentar sabotar o tratamento.
É claro que considero válido a iniciativa, mas conheço a minha ex-esposa, não acredito que isto vá ajudá-la, com ela, só Jesus na causa e para isto tenho orado, estou só precisando orar mais e mais.
Uma separação por si só já é traumática para os filhos, mas o que mais causa problemas são as divergências entre os pais, que mesmo após a separação perpetuam as brigas e discussões, a principal causa do divórcio e que deveria ter encerrado.
No meio desta guerra insana estão os filhos que divididos não sabem a quem devem apoiar, as vezes pendem para um determinado lado, normalmente aquele que se apresenta mais frágil, outras vezes se tornam indiferentes e na grande maioria dos casos sofrem tanto que tornam-se depressivos.
A partir de agora são dois lares e portanto duas maneiras diferentes distintas de educar, estas diferenças que antes até certo ponto eram negociadas, a partir de agora são acentuadas e tornam-se causa de problemas e dores de cabeça.
Um bom exemplo disto é quando a mãe diz que o filho não pode tomar sorvete, mas vai passear com o pai no dia da visita e este o leva a uma sorveteria, ora bolas, a criança está com a mãe e ao retornar poderá estar com a gripe acentuada, não era mais simples apenas ter observado que realmente a criança não estava bem e respeitado a criança.
Por outro lado, tens mães que querem que o pai aplique um "castigo" ao filho porque este aprontou alguma durante a semana. O pai que só vê o filho de quinze em quinze dias, deve punir seu filho, como por exemplo, não indo passear, poxa, se eles só se vêem por um curto espaço de tempo, não minha opinião não faz sentido algum aplicar um castigo neste momento.
A questão principal é que o diálogo entre o pai e a mãe não existe, um constrói, o outro destrói. Mas eles são tão egoistas que são incapazes de esquecer suas próprias diferenças e atender as necessidades dos filhos, aqueles que eles dizem que tanto amam, mas que estão renegados a segundo plano, porque o importante é perturbar o ex-conjuge.
Não consigo aceitar e admitir que pais e mães continuem destruindo a vida dos próprios filhos em nome de um revanchismo imaturo.
A lei que criminaliza a Alienação Parental é um grande avanço para conter e coibir o afastamento que muitos pais e mães impõe aos filhos na convivência com o ex, mas ataca a conseqüência e não a causa, é preciso tratar a causa, o litigio constante e esta situação deve ser atendida no momento em que ocorre o pedido de separação.
Isto só será possível fortalecendo e preparando cada vez mais os núcleos psicossociais dos tribunais, pois apesar da discussão ser jurididica, a questão a ser resolvida é de ordem psicológica.
20 de jul. de 2010
A sabedoria da infância
Esta simples e singela, mas sábia observação sempre me é uma forte fonte de sustento para a minha luta e perseverança, para continuar a minha caminhada.
Com tantas indas e vindas de processos, que não parecem terminar nunca, ela sempre está presente em cada momento dificil que tenho vivido, principalmente quando ela se relaciona ao distanciamento dos meus filhos imposto pela minha ex-esposa.
Hoje, um dia após a primeira entrevista no SEASIR, que é um dos núcleos do psicossocial da Vara da Infância da Juventude, em que me vejo deprimido por estar de mãos atadas, esta frase é um acalento.
Muito me incomodou o fato de insistentemente ser inquerido como se de fato fosse um homem violento, tal qual sou taxado por minha ex-esposa. Logo eu que nunca fui dado a brigas e discussões, que nunca gostei de armas e as poucas vezes em que entrei em contato físico, foi para livrar meu irmão ou algum dito amigo de uma confusão. E o que é pior, para não bater, muitas vezes apanhei dela ou tive que sair de casa para não apanhar.
Não sei dizer se isto faz parte das técnicas aplicadas, mas me sinto agredido e ofendido por ter de ficar dando explicações e justificativas como se fosse um algoz do meus filhos, neste momento, do Lucas.
Apesar de visualizar que a alienação parental é praticada por pais e mães doentes, percebo aquele tão falado preconceito com o homem, que sempre está como vilão da estória, enquanto a mulher posa de inocente e pura.
Triste ver que este termo cunhado no sofrimento de muitos pais e algumas mães, não é aceito pelos técnicos do judiciário, quando o que realmente importa não é como lhe classificam, mas sim que existe a manipulação, que ela é real e cruel para a criança.
Nunca concordei e aceitei que filhos fossem usados como armas de disputas ou meios de agredir o ex-conjuge, mas sinto que quando se trata de uma mulher manipuladora, o judiciário ainda não está preparado.
Apesar de juridicamente não ter tido o meu poder familiar destituído, na prática isto não ocorreu, apoiado numa mentira, minha ex-esposa coloca para o Lucas que estou proibido pelo promotor de vê-lo, o que realmente acaba acontecendo, me restando duas opções apenas:
- Solicitar a busca e apreensão do menor, como se o Lucas fosse um objeto;
- Aguardar que mais este processo chegue ao fim e orar para que a verdade apareça.
É meu filho, estamos longe, mas você está vivo e se está vivo, tudo é remediável,
2 de mai. de 2010
Projeto que pune a alienação parental aguarda parecer para entrar na pauta da CDH
28/04/2010 - 22h50
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
7 de fev. de 2010
Síndrome da Alienação Parental - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.
Uma entrevista comigo, resumida e anotada, sobre alienação parental.
Advogado explica que alienação parental vai virar crime
Uma excelente e esclarecedora entrevista, vale a pena assiti-la completamente.
6 de fev. de 2010
FILHOS SENDO TIRADO DO PAI - DIVULGUEM
Não é necessário saber da estória, o importante é saber que esta criança está sofrendo.....
4 de fev. de 2010
Alienação Parental no Fantástico
Enquanto os meus foram alienados com a mãe que detinha a guarda, os da Suzana foram alienados sendo que o pai não tinha a guarda. O que comprova que manipuladores o fazem independente dos sexos.
3 de fev. de 2010
Correio da Manha - Menina inventou abusos
Muito tristeza me traz ver noticias desta natureza. Não consegui identificar na matéria o porque da mãe ter sido falsamente acusada, o porque desta criança ter feito isto, mas uma coisa me parece clara, um adulto, provavelmente os padrinhos estariam manipulando a menina.
2 de fev. de 2010
Quero ter o direito de ser pai
A minha separação ocorreu a pedido da minha ex-esposa, com uma falsa acusação da DEAM – Delegacia da Mulher por uma suposta agressão ela justificou sua saida de casa. Mesmo sem marcas e sem testemunhas, a ocorrência foi registrada para que em seguida fosse retirada por ela mesma.
Esta acusação foi utilizada como argumento para seu afastamento da casa e dos meus filhos, o que impediria que eu a acusasse por abando do lar e a permitiu obter a guarda provisória antecipadamente. Posteriomente esta mesma acusação viria a ser utilizada nos outros processos.
Nada se apurou, nada se provou, mas ficou o que foi dito.
Fui contra os conselhos que recebi do meu orientador espiritual, Pe. José da paróquia Nossa Senhora da Saúde, meu conselheiro e amigo do Encontro de Casais, José Augusto Paiva Gamae, meu advogado na época e minhas próprias orações e entrei com o pedido de visita, que logo foi contestado com as mesmas falsas acusações. Percebendo que era era uma briga o desejo, resolvi voltar atrás e retirei o meu pedido de visita, aguardando que elas fossem regulamentadas quando da audiência de conciliação da separação, como de fato foi.
Durante longos nove meses fiquei sem ver o Gabriel e o Lucas, não os vi nos aniversários deles, no meu, nos dias dos pais, somente em novembro as visitas finalmente foram regulamentas.
Neste período o único contato que tive foi por telefone,quando eles conseguiam atendê-lo, pois caso contrário o telefone era desligado. E graças a uma estratégia que desenvolvi, mandei presentes e bilhetes pelo amigo Jose Augusto Gama.
No dia dos pais aproveitei e fui à escola dos meninos, consegui falar tranquilamente com o Gabriel, já que na escola dele não tinha festa. Mas na do Lucas o constrangimento começou logo na entrada, observado e seguido pela Diretora, Professora e funcionários, vi a tristeza e a dor nos olhos do Lucas que só melhoraram quando viu que eu estava presente, a felicidade estampada naquele rosto só não foi completa porque a tristeza dos olhos era visível. Graças a Deus, correu tudo bem, ele e eu aproveitamos muito bem aquele momento. Novo problema na hora da saída, pois a minha ex-esposa estava viajando e não tinha ninguém para buscá-los. A Diretora da escola do Lucas, preocupada que "o monstro" levasse-o embora e sem nenhum mecanismo legal para deter-me, acompanhava-me apreensiva. Sabiamente liguei para uma colega de trabalho da minha ex-esposa, que mesmo resistente, veio e buscou-o para surpresa da Diretora, que demonstrou perceber que algo havia de errado no que havia lhe dito de ruim a meu respeito, afinal de contas, aquela atitude não combinaria com "o monstro".
A regulamentação de visitas chegou, mas os problemas não acabaram. Primeiro natal, primeiro ano-novo, natal com ela, ano novo comigo. Enganam-se, porque o natal com ela e o ano novo também. No dia 30 de dezembro recebo uma ligação e com uma voz tranquila recebi um pedido da ex para que eles ficassem com ela também naquela virada de ano, já que eles já haviam combinado uma viagem de férias.
Sempre foi assim, algumas vezes um pedido doce e suave, outras vezes uma impositura, dependia do momento e das circunstâncias. Tudo dependia do interesse, mas do interesse dela. Via os meus filhos sempre quando ela queria, nunca existiu respeito pelo o que a Justiça havia determinado.
Minha postura mudou após a primeira acusação de pedofilia, mas não obtive sucesso, o que vi foi um jogo de empurra em empurra de um judiciário ineficiente e incompetente. Orientado pelo próprio promotor da 3ª Vara de Família, que cuidou do processo desta acusação, registrei a ocorrência na delegacia, acompanhado por uma testemunha que viu e ouviu as recusas de permitir a visita, mas fiquei sem ver os meus filhos e nenhuma providência foi tomada, mesmo tendo comunicado ao judiciário.
Solicitar apoio policial é tolice, pois estas situações são encaradas por eles como picuinhas de casais e não adianta estar escrito que pode ser solicitado apoio policial para o cumprimento da ordem judicial, nenhum policial leva isto a sério.
Ou seja, a situação não mudou, via-os quando ela queria.
Durante o decorrer do processo na Vara de Família passei a ver temporariamente os meus filhos as quartas e domingos, a penas durante o dia. No decorrer deste período, instatisfeita por não obter sucesso com o Psissocial Forense, uma ocorrência na DPCA – Delegacia da Criança e Adolescente foi registrada, mais vil, mais sórdida. Mas isto não alterou a já restrita visita, apenas criou o costumeiro constrangimento.
Processos arquivados ficou provado que nada do que eu fora acusado era verdade, ao contrário, minha relação era saudável com os meus filhos e tudo indicava uma manipulação por parte da mãe, que é o primeiro sinal da Alienação Parental.
Segundo a minha advogada o próprio judiciário poderia processá-la por denunciação caluniósa, mas isto não foi feito e restava a mim esta dificil e constrangedora atitude. Após uma conversa com o Lucas e com o Gabriel, por entender que a discussão e o problema de vê-los se encerravam ali, aceitei o pedido deles e não entrei com nenhum processo, afinal de contas, minha honra fora sujada e um processo só traria mais sofrimento para os meus filhos. Qual o valor que se a perda que tive? Constrangimento, distanciamento dos filhos, humilhação, perseguição, sofrimento dor... qual é o preço que paga tudo isto?
Mas quando todos achavam que nada mais de ruim poderia acontecer, eis que surgem novidades. Com a vinda do Gabriel para a minha companhia no início de 2008, as visitas do Lucas começaram a se tornar cada vez mais raras, a mudança de comportamento começou a ocorrer. As acusações do Lucas começaram, primeiro pelas dificuldades financeiras que seriam decorrentes da redução do valor da pensão, que o Gabriel não gostava dele, etc. A distancia foi aumentando, a visita diminuindo. Algumas vezes protestei, discuti e finalmente deixei de lado.
Após a viagem para o Pará nas férias de janeiro de 2009 e com a vinda da Bruna e Gabriela em junho do mesmo ano, percebi uma mudança radical de comportamento do Lucxs que se afastou definitivamente.
O comportamento do Lucas mudou de forma radical, um menino antes carinhoso e atencioso, tornou-se agressivo e distante. Agora, me vejo novamente a mais de oito meses sem vê-lo, não há nenhuma restrição juridica para isto, o pedido do Promotor foi negado pelo Juiz e eu ainda mantenho o "Poder Parental", mas isto não mudou nada. O Lucas não tem mais celular, não possui mais página no orkut, não responde aos meus e-mails e as duas unicas tentativas com sucesso de falar com ele por telefone, foram frustantes. Ele está inomunicável e pelo que ouvi da ultima vez, acredita que existe uma ordem de restriação me proibindo de vê-lo ou falar com ele. Porque será?
Estou sofrendo com esta situação, mas o meu sofrimento é infimo pelo sofrimento pelo qual o meu filho está passando, e não há palavra dura que ele profira ou despreso que eu receba que me faça sofre mais do que saber que tudo isto é significado de um mal muito maior e que pode ter conseqüências irrevessíveis para a vida dele toda.
Mas não me preocupo só com ele, me preocupo com os milhares de pais e mães que passaram e passam pela mesma situação, me preocupo principalmente com os milhares de filhos, que assim como o meu se afastaram de seus pais ou de suas mães, porque do outro lado existia uma mente doentia e incosequente que não foi detida.
É préciso que o judiciário se capacite mais, dando um apoio e preparo maior aos seus profissionais do psicossocial. Psicólogos e Assistentes Sociais são importantíssimos para que problemas relacionados, não só a Alienação Parental, mas outros tantos casos tão ou mais sérios sejam mais rapidamente detectados. Com uma rara exceção, até o momento tive um ótimo exemplo com estes profissionais, tendo sido importantíssimo a formação completa deles, a quem devo agradecer e realmente tirar o chapéu. Mas quantos existem ainda que são despreparados?
A justiça retirou o meu direito de ser pai, fui condenado sem ter sido julgado, quero meu direito de volta, quer o direito de ser pai, JUSTIÇA!